terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Comunicação Viva - Parte 02

     Dando continuidade ao que resolvemos chamar de Comunicação Viva, serão mostradas outras práticas que já possibilitaram uma boa interação e consequente boa comunicação.


Performance realizada, à frente do TJ-RJ, em apoio aos 23 presos políticos do Rio de Janeiro



Performance realizada por Sté Bulgari e Raquel Potí Guarani Kaiowá em colaboração ao movimento Ocupa Golfe

     Nesta performance estão representados o sofrimento e a morte dos animais e seus filhotes, assim como a destruição da flora. Esta performance foi gravada em vídeo. Para assisti-la, clique aqui.


Fotos das intervenções do Coletivo Projetação, nas quais o coletivo projeta imagens sobre diversas superfícies (prédios, muros, ...)


     É óbvio que existem outras vias para a comunicação, mas os meios lúdicos têm os seus espaços para este objetivo.

     Sabemos que é de máxima importância que a população participe dos movimentos sociais. Sendo assim, se torna necessário que a comunicação seja cada vez mais eficiente, fato esse que fará a população compreender que através da participação direta de cada um de nós é que serão realizadas as transformações que precisamos. Portanto, fica a sugestão para que possamos dar a atenção devida às nossas práticas de comunicação.


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Interações organizativas libertárias

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Comunicação Viva - Parte 01

     Uma forma de comunicar é tanto mais viva, quanto mais ela promove interações. Aonde "chegaremos" com as interações é outro fator importante da comunicação, pois se trata de alcançar objetivos.

     A práxis libertária facilita a flexibilização de ideias para criação de meios eficientes de comunicação, ou seja, de comunicação viva. Uma característica comum aos meios criados desta forma é a ludicidade, ou seja, a característica de ser agradável, o que faz com que a interação seja facilitada. Há exemplos deste tipo de comunicação que mostraram bons resultados nos movimentos sociais.

     Uma prática que possibilitou uma boa interação e consequente boa comunicação, foi uma das performances realizada pelos profissionais de Educação do Rio de Janeiro quando estes estavam em greve. O impacto visual foi um fator importante para que as mensagens pudessem ser percebidas pela população.








     É óbvio que existem outras vias para a comunicação, mas os meios lúdicos têm os seus espaços para este objetivo.

     Sabemos que é de máxima importância que a população participe dos movimentos sociais. Sendo assim, se torna necessário que a comunicação seja cada vez mais eficiente, fato esse que fará a população compreender que através da participação direta de cada um de nós é que serão realizadas as transformações que precisamos. Portanto, fica a sugestão para que possamos dar a atenção devida às nossas práticas de comunicação.


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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Campanhas de apoio popular – A importância

     Aqueles que sabem a importância da Democracia Direta e que compreendem a farsa que é a democracia representativa, sabem que a pressão popular é uma das formas de conquista dos direitos da população. Afinal, quantas vezes estivemos de frente às situações em que os ditos "representantes" do povo simplesmente ignoraram a vontade popular? Nestes casos, é preciso expor, por via direta, o que pensa a população a respeito de ter suas necessidades ignoradas. Para isso, as Campanhas de Apoio Popular se prestam muito bem, pois elas "comunicam", de forma firme e contundente, a vontade expressa diretamente pela população. Aliás, tais campanhas são exercícios de organização popular, exercícios tão necessários nos locais em que vivemos.

     Maior do que o apoio moral é o apoio com ações efetivas. Portanto, que mais pessoas criem as campanhas necessárias e que mais, muito mais, pessoas passem a apoiar, efetivamente, tais campanhas.


Campanha de Apoio Popular pela liberdade dos 23 presos políticos do Rio de Janeiro


Campanha de Apoio Popular ao Ocupa Golfe


Campanha de Apoio Popular aos profissionais de Educação pública do Rio de Janeiro


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A vontade do povo e a pressão popular

     A vontade do povo, definida de maneira horizontal e direta – onde todos têm vez e voz -, não é para ser discutida; é para ser acatada e cumprida. É por isso que há aqueles que ignoram a Democracia Direta e preferem a farsa da democracia representativa, já esta que só beneficia a quem detém o aparato do Estado e àqueles que "comem no prato do sistema".

     As instituições da democracia representativa não atendem, de forma justa, a maioria da população. Aliás, a estrutura de tal democracia "dá a entender" que ela não foi feita com este objetivo. A prova disso está nas diferenças dos direitos dados às diferentes classes sociais. As reformas são meros paliativos que são facilmente reversíveis e que fazem com que a maioria da população venha a perder os direitos que conquistou. O que temos é a precarização do que é fundamental numa sociedade: a liberdade e os direitos naturais, a moradia, a alimentação, a saúde, a educação, o lazer dentre outros. Todas as conquistas se deram através da pressão popular na qual a máxima "vão os anéis, ficam os dedos" esteve presente e estas melhor se dariam se estivéssemos numa Democracia Direta.


     Que a vontade do povo seja acatada, não a "vontade" dita expressa de forma obrigatória num um sistema eleitoral controverso, mas sim pela via da Democracia Direta.


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Exercício de organização popular

     Sem dúvida, sem dúvida alguma, é com a participação de todos que fazem parte da sociedade que as transformações, por via direta e não por esta farsa que é a democracia representativa, que ao povo não representa, serão feitas. Porém, para chegar a este estágio, há muito a ser desenvolvido. Algo muito importante é a organização popular horizontal e que para que melhore, cada vez mais, é necessário que a exercitemos.

     Tais exercícios de organização popular podem ser ações como os diversos tipos de apoio e os engajamentos nas causas sociais, dentre tantas outras formas.

Populares deram apoio aos profissionais de Educação pública do Rio de Janeiro.


Famílias desalojadas do terreno da Telerj recebem diversos tipos de apoio da população. Apoios como doações de roupas e de alimentos, palavras de apoio, atividades recreativas com as crianças desalojadas, orientações relativas aos problemas que se apresentaram à esta comunidade, ...


Pessoas de um bairro, no Rio de Janeiro, fizeram um Ato conhecido como "Quem tem, põe. Quem não tem, tira". Um ato solidário e fácil de ser compreendido.


     Cada ação nas causas sociais é um exercício de organização popular, isso é Ação Direta. O caminho é este, afinal não é seguro passar um cheque em branco para que sejamos representados numa estrutura – a democracia representativa –, sabidamente que não favorece à maioria da população.


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Movimentos populares horizontais

     As insatisfações perante a forma como os governos lidam com as questões em uma sociedade são capazes de gerar movimentos sociais de fato. Há alguns aspectos que diferenciam tais movimentos e aqui serão tratados os movimentos populares verticais e os horizontais. É sabido que a verticalidade é uma expressão da hierarquia e da democracia representativa e que, por isso, os movimentos verticais apresentam estruturas hierárquicas nas quais seus membros se apresentam organizados desde a base (a maior parte) até o topo (a minoria), onde se encontram as ditas lideranças e chefias. Tais estruturas estão presentes, por exemplo, nos partidos políticos nos quais estão os ditos representantes do povo. É claro que tenho inúmeras críticas a esta estrutura, mas elas não serão apresentadas neste texto.

     Já os movimentos populares horizontais têm estruturas mais condizentes com a Democracia Direta que possui características que, para muitos, ainda estão em desenvolvimento. Aliás, tais desenvolvimentos ocorrem por vivermos no seio da dita democracia representativa que apresenta diferenças profundas com a via direta. Mas retornando às características dos movimentos horizontais, agora serão apresentadas algumas delas. A horizontalidade é um conceito e uma prática muito importante, pois é ela que faz com que os membros destes movimentos saibam que todos têm importância nas lutas e, em função disso, não há destaques conforme há nas estruturas verticalizadas (hierarquizadas). Além disso, a horizontalidade é um conceito importante para o engajamento do indivíduo nas causas, já que estes sabem que não devem esperar por ninguém para realizar o que é necessário e tendo estes, condição de realizar. Isto tem nome, é Ação Direta, termo que ficou conhecido apenas por um dos seus significados, mas não pelo significado da ação de construção. Portanto, quando se deparar novamente com o termo Ação Direta é importante lembrar de todos os significados que ele apresenta para que o entendimento adequado possa ser feito. Outra característica interessante destas estruturas horizontais é a descentralização que é possível pela proatividade de seus membros (apresentam estruturas de redes descentralizadas e de redes distribuídas). Outras características destas estruturas são a práxis libertária, a ordem sem coerção e a autogestão.


     Pois é, será possível concluir que as características dos movimentos horizontais não são tão comuns na sociedade na qual que vivemos e é por isso que devemos agir para o desenvolvimento destas características e consequente desenvolvimento das estruturas horizontais. Muitos movimentos já fizeram a sua parte para o desenvolvimento de tais estruturas. Alguns tentaram integrar as estruturas horizontalizadas com as verticalizadas. Eu entendo que isso não é possível porque os meios e os fins de ambos são incompatíveis. Isso não é má vontade, em verdade, isso é não querer utilizar mais tempo para constatar por meio da prática o que já foi constatado. Portanto, é necessário que mais pessoas deem continuidade ao desenvolvimento dos movimentos populares horizontais para que eles possam avançar e ajudar a construir uma estrutura social mais humana e, consequentemente, mais justa.


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Horizontalidade e verticalidade
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Horizontalidade e verticalidade

     Agir para a não valorização dos destaques de indivíduos é contribuir para o desenvolvimento da horizontalidade na sociedade. O desenvolvimento da horizontalidade é sustentado pelo fato de complementaridade dos indivíduos na sociedade, ou seja, numa sociedade, os indivíduos se complementam. Sendo assim, não há razão para nenhum tipo de destaque, pois com tal complementação todos são imprescindíveis e a perda de cada indivíduo enfraquece o conjunto, pois sua contribuição deixa de ser dada.

     Destacar um indivíduo dos demais por determinada capacidade é ignorar a existência das múltiplas potencialidades e capacidades que todos têm. Destacar maior ou menor importância é desconhecer o fato da complementaridade dos indivíduos e coletivos.

     Oposta à horizontalidade está a verticalidade com todos os seus destaques e hierarquia. Sutilmente, ao menos, isso tem potencial para gerar (ou ser gerado por) individualismo, imposição, opressão, dominação dentre outras coisas do gênero.


     Por fim, a ideia defendida aqui é a de que a organização popular e seus movimentos de transformação devem ser horizontais, como é o caso da democracia direta em que todos têm voz e vez. Sendo assim, aqui é defendida, também, a substituição de quaisquer estruturas verticalizadas, tais como a farsa da democracia representativa, por estruturas horizontais.


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Interações organizativas libertárias
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

InterAções organizativas libertárias

"Não sou absolutamente um adversário da organização, mas não quero que se faça dela uma jaula." (Volin)


     Quando se fala em organização (ordem) pode vir à mente algo com estrutura rígida e hierárquica (verticalizada). É um entendimento que qualquer organização só irá alcançar os objetivos se nela houver controle sobre objetos, situações e pessoas. Isso já é cultural para muitos. Segundo este pensamento, os objetivos não serão alcançados se não houver estruturas hierarquizadas com lideranças, chefes, sub-chefes, departamentos, destaques individuais ou de grupos,  meritocracia dentre outras coisas do gênero. Esta estrutura equivale a uma Rede Centralizada. Conceitos de força (coerção, imposição), competição, individualismo, corrupção e os "jeitinhos" têm laços estreitos com esta visão.


     Contudo, é possível compreender organização através de um ponto de vista libertário e visualizá-la como uma Rede Distribuída (ver Teoria das Redes). Para que haja organização com esta estrutura (ordem sem coerção) é necessário que existam algumas características, tais como: comprometimento do indivíduo com a causa, que haja articuladores de rede (os que facilitam os fluxos: estes não são líderes e nem submissos, isto pois o sistema é horizontal), solidariedade, empatia e conhecimento da causa.

     É sempre bom lembrar que o real é construído a partir de uma idealização.



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Liberdade - Primeira apresentação
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Liberdade – Primeira apresentação

     Fundamentado no que alguns consideram práxis libertária (interações constantes de pensamentos e de ações libertárias), entende-se que há a necessidade de, inicialmente, serem apresentadas algumas ideias a respeito do que, nesta linha, possa ser compreendida como liberdade.

     Primeiro passo é desfazer ideias errôneas sobre liberdade que foram plantadas - e este "plantio" não é de hoje - por aqueles que têm dificuldade de lidar com a liberdade.

"Aqueles que necessitam exercer controle sobre tudo e sobre todos, têm muita dificuldade para entender os libertários." (Nelson M Silva)


     É importante entender que ser libertário não é aprovar que qualquer coisa seja feita pelo simples fato de haver vontade de fazer. Como vivemos em sociedade, há aspectos individuais e coletivos que necessitam ser considerados.

"A liberdade absoluta existe nos mundos de um só habitante." (Nelson M Silva)

"Eu defino liberdade como o direito de fazer qualquer coisa que não prejudique a outros." (Proudhon)

"A liberdade é, antes de mais, um fato social. A liberdade dos outros aumenta a minha até o infinito." (Bakunin)

     É claro que o pensamento de Proudhon expresso anteriormente é relativo, mas ele consegue nos fazer avançar na compreensão. Já Bakunin aborda a necessidade de considerar a individualidade (não o individualismo) e a coletividade para construir uma ideia de liberdade. É importante destacar que a individualidade é o que caracteriza o ser humano e que a tentativa de anulação dela é, no mínimo, um ato impensado. Portanto, entendo que as livres "dosagens" de individualidade e de coletividade devem ser ajustadas ao contexto, pois a cada condição de espaço-tempo, a conjuntura se modifica. Entendo, também, que é possível considerar essa flexibilidade como um atributo da liberdade.

     Ainda sobre as noções que possamos ter sobre liberdade, no pensamento imediatamente a seguir, Bakunin mostra estruturas presentes no que muitos não terão dificuldades de compreender como liberdade.

"... a liberdade que consiste no completo desenvolvimento de todas as faculdades morais, intelectuais e materiais que estão latentes em cada pessoa..." (Bakunin)


Liberdade e ordem

     Entendo que outro ponto que faz com que aqueles que não estão muito familiarizados com a práxis libertária é a ideia, errônea a meu ver, de que a liberdade gera desordem. Se considerarmos o que foi colocado anteriormente sobre liberdade, por si só, já seria motivo para mostrar que isso não é fato. Mas, é claro, que algo mais pode ser acrescentado para corrigirmos este infundado "plantio".

Para início desta argumentação, serão utilizadas contribuições de Proudhon e de José Saramago:

"Há várias maneiras de conceber a ordem". (Proudhon)

"Anarquia é ordem sem coerção". (Proudhon)

"O caos é uma ordem por decifrar." (Presente no Livro fictício de José Saramago, contido no livro O Homem Duplicado)

     Se há várias maneiras de conceber o que é ordem, passa ser necessário saber a ordem (organização) que está sendo considerada. Alguns defendem que a ordem devida é aquela que permite a espoliação, a violência e a liberdade cerceada, todas sofridas pela população e exercidas, com a "ajuda" daqueles que "comem no prato" deste sistema opressor, por uma minoria que detém poder e riqueza. Em contraponto, há aqueles que consideram que a ordem (organização) se dá sem coerção, sem opressão.


     Ainda sobre ordem, Saramago faz uma colocação muito interessante. Tal colocação, que expõe que caos é uma ordem a ser decifrada, faz sentido se levarmos em consideração que muito do que não era compreendido no passado, passou a ser compreendido mais à frente. Coisas do conhecimento humano que, aliás, é natural e é um processo de várias etapas.

     Enfim, uma das características de um ser libertário – aquele que se pauta pela liberdade - é que este considera que há diferentes formas de entender a vida e que é necessário estar disposto a realizar discussões construtivas sem que haja imposição.

"Só serei verdadeiramente livre quando todos os seres humanos que me cercam, homens e mulheres, forem igualmente livres, de modo que quanto mais numerosos forem os homens livres que me rodeiam e quanto mais profunda e maior for a sua liberdade, tanto mais vasta, mais profunda e maior será a minha liberdade". (Bakunin)

"Amar é querer a liberdade, a completa independência do outro; o primeiro ato do verdadeiro amor é a emancipação completa do objeto que se ama; não se pode amar verdadeiramente a não ser alguém perfeitamente livre, independente, não só de todos os demais, mas também e, sobretudo, daquele de quem é amado e a quem ama". (Bakunin)


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

InterAção Popular Autônoma é...

     InterAção Popular Autônoma é um site que surgiu do entendimento de que é necessário desenvolver pensamentos e ações efetivas (práxis) que visem realizar transformações sociais não reformistas, mas sim pela democracia direta (a população como agente direto), e que levem em consideração alguns princípios, tais como:

- Práxis Libertária (abordagens reflexivas e propositivas);
- Horizontalidade (Redes Distribuídas como estrutura de organização e fluxo - ver Teoria das Redes);
- Ordem sem coerção - Interações organizativas libertárias: Organização não coerciva como desconsideração da burocracia e da verticalidade (tal ordem é um aspecto da práxis libertária);
- Livre-Pensamento (um aspecto da práxis libertária);
- Anticapitalismo;
- Antiestatismo;
- Antifascismo;
- Autogestão (Redes Distribuídas como estrutura de organização e fluxo - ver Teoria das Redes);
- Autonomia: independência de partidos políticos e demais instituições com base na verticalidade;
- Colaboração (Jogos de Soma Não Zero em que todos ganham) e não a competição (Jogos de Soma Zero. Ver Teoria dos Jogos). A colaboração é a força motriz para um desenvolvimento sustentável com menos efeitos nocivos direta e indiretamente;
- Comprometimento (com as causas);
- Ação Direta Efetiva: Ação (individual ou coletiva), sem intermediários, para alcançar um objetivo. O fundamento é: faça você mesmo (indivíduo ou coletivo) o que é necessário ser feito se você tem condição para fazer;
- Princípios em substituição as regras (leis próximas aos limites das leis naturais): que a vida seja pautada pelos princípios e não por tais regras e suas decorrências e que esta seja a única regra.

Saudações libertárias, anticapitalistas e horizontais.



Nota de esclarecimento:

 "A propriedade é um roubo" (Proudhon). 

     Realmente Proudhon fez uma citação muito esclarecedora quando disse que a propriedade é um roubo. Vivemos num planeta que nos oferta o que precisamos para viver. Portanto, a apropriação de qualquer coisa dada diretamente ou indiretamente por este planeta, sem dúvida é um roubo, ou seja, a propriedade é um roubo.

     Se apropriar de coisas materiais (terra, alimentos, água, ar, ...) e imateriais (ideias, ...) que foram dadas, direta ou indiretamente, pela natureza é roubo. Digo isto para deixar claro que as ideias aqui expostas são construídas de forma coletiva, presencialmente ou não, e que, desta forma, não são de minha propriedade e de ninguém mais, isto posto, entendo que todos devam usufruir delas e delas realizar desenvolvimentos e acertos.

     É importante deixar claro que não considero que as referências de pensamentos se traduzam em propriedade, mas que estas servem para ajudar a compreender como os pensamentos estão fundamentados.

Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2015
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